Por Summorum Pontificum Observatus | Tradução: Fratres in Unum.com
De fato, em sua conferência de
terça-feira, 5 de junho de 2012, na escola Saint-Joseph-des-Carmes, o
Padre Pflüger, Primeiro-Assistente do Superior-Geral da Fraternidade São
Pio X, deu, em substância, os principais elementos desta declaração
que, não é mais segredo para ninguém, a Comissão Ecclesia Dei, de
imediato, considerou totalmente satisfatória. Os termos suaves de Dom
Fellay procuravam ser recebidos por seus interlocutores, enquanto
mantendo a linha firme de Dom Marcel Lefebvre. Uma retomada muito inteligente, em suma, da fórmula da adesão de 1988.
No essencial, segundo o testemunho do
Primeiro-Assistente, Dom Fellay, sobre os pontos que geram dificuldades
no Concílio e na nova liturgia, declarou e assinou que:
“O critério e o guia para a compreensão dos ensinamentos do Concílio Vaticano II deve ser a Tradição da Fé Católica integral, que por sua vez esclarece certos aspectos da vida e doutrina da Igreja ainda não formulados, mas implicitamente presentes nela. As afirmações do Concílio Vaticano II e do Magistério Pontifício posterior relativas à relação entre as Igreja Católica e as confissões cristãs não-católicas devem ser entendidas à luz de toda a Tradição”.
Satisfazendo, assim, tanto a Comissão Ecclesia Dei como aqueles que tinham receios dentro da FSSPX.
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