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sábado, 18 de fevereiro de 2012

“O carnaval: tempo de minhas dores e aflições” (São Francisco de Sales)

Rafaelle Maria Santana

Não foi sem motivos que o carnaval tornou-se o tempo de dores e aflições de São Francisco de Sales. O carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. O carnaval não é uma festa católica. Era uma festa pagã que os romanos realizavam em fevereiro, as februália. Como os cristãos iam passar quarenta dias sem comer carne, o nome carnaval se entendeu como carne vale, isto é, os últimos dias em que se podia comer carne antes da Quaresma.
A festa foi grandemente adotada pela população brasileira, o que tornou o carnaval uma das maiores comemorações do país. Desde os tempos passados até os dias de hoje o carnaval só tem causado danos físicos, materiais e principalmente espirituais. O carnaval tornou-se o tempo em que as pessoas, incluindo os cristãos crucificam novamente Jesus. A violência no carnaval só aumenta a cada ano. O demônio faz festa entre as pessoas, causando discórdia, brigas e mortes. Enquanto uns morrem, outros dançam sem se importar com nada.
É no carnaval que os jovens começam a se drogar, o que seria um impulso para um divertimento, os torna clientes de traficantes e o que seria diversão de carnaval, os mantém prisioneiros de um vicio que os acompanha o ano e a vida inteira. Os traficantes dizem que no carnaval todos são “alvos fáceis”.
No carnaval dívidas e dívidas são contraídas, as pessoas gastam o que não podem gastar, deixam de usar o dinheiro para um bem e o gastam em prazeres passageiros, vale tudo pelo carnaval.
No carnaval os jovens esquecem-se dos valores adquiridos, se entregam ao prazer sem compromisso, mulheres esquecem de imitar Maria, tornam-se objetos, perdendo seu valor e saindo com vários homens durante a festa, homens muitas vezes casados, casamentos são destruídos. Cada vez mais as doenças venéreas são comuns nesse período, ninguém mais se importa com a saúde, nem com o corpo que é templo do espírito santo.
Muitas mulheres em diferentes idades engravidam sem sequer saber quem é o pai. Algumas assumem sozinhas um filho de uma gravidez totalmente indesejada, outras entregam seus filhos e as que chegam as ultimas conseqüências, livram-se desse problema. As clinicas de aborto funcionam muito mais nesse período.
O que acontece no carnaval é que as pessoas se animalizam, passam os quatro dias seguindo os seus instintos. Deus é completamente deixado de lado, é esquecido. O que importa é o deus do carnaval que não é outro senão Lúcifer.
O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”. Só o que há no carnaval são marginais, assassinos, traficantes com todo tipo de droga, prostituição, pornografia, destruição da inocência das crianças, destruição das mentes dos jovens, assaltantes, agressões físicas e morais, maus policiais que sujam a imagem da policia, pedofilia, divórcios por ciúmes, brigas familiares ou de vizinhos. Isso é o que o demônio colhe.

Os cristãos esquecem as missas, esquecem a oração, esquecem de DEUS. O entregam nas mãos dos inimigos, feito Judas e depois voltam pra ele com um beijo de traição, nem se lembram de pedir perdão.

Os cristãos no tempo do carnaval devem colocar os joelhos no chão e pedir a Deus misericórdia. E devem sempre lembrar CARNAVAL NÃO É UMA FESTA CATÓLICA, NÃO EXISTE “CARNAVAL DE  CRISTO”.
 Só existem dois lados, não dá pra ficar em cima do muro, pois o muro já tem dono e o dono é o demônio.

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